O
Alarde do aquecimento global
A Revista Chamada (03/2007) trouxe uma
importante matéria sobre este tema que vem monopolizando o noticiário mundial.
Um alerta constante, fundamentado em fotografias de geleiras que havia há 100
anos e hoje não mais existem; mapeamentos de supostas reduções de geleiras dos
pólos; aumento de média de temperatura em diversos lugares e por conseqüente
uma variação a nível global, entre outros fatos relatados. Com base nisto prognósticos
alarmantes falam de aumento do nível dos oceanos e outras conseqüências. Todo
este contexto tem favorecido ao fortalecimento das correntes radicais de
ambientalistas, em nome de encontrar salvação para o planeta em processo de
degradação.
Muitos questionamentos feitos por diversos cientistas devem ser levados a sério pelos cristãos. O
principal deles é “O que está por detrás de todo este movimento” que vem
monopolizando as mentes de todos os governos, empresas, imprensa e a população
mundial? Todos nós estamos sendo “obrigados” a concordar que a terra vem se
aquecendo absurdamente por causa do desmatamento e dos gases da era
pós-industrial e que uma “revolução ambientalista” deve ocorrer para salvar a
terra. Como isto seria impossível diante das estratosféricas divergências na
política internacional, temos que aceitar que será necessário um grande líder
que consiga convergir todos ao mesmo pensamento, tudo em nome da paz e da vida
... Ora, ora, quem conhece a Bíblia
rapidamente lembra de algo.
Há três hipóteses sobre o
“aquecimento global”:
O meteorologista, Christopher Monckton, em um artigo no jornal inglês The Sunday
Telegraph, cita que o período de calor da Idade Média é um fato bem documentado na
história, mostrando que na época as temperaturas eram em torno de 3 graus
celsius mais elevadas do que atualmente. Não havia geleiras nos Andes; hoje
elas existem. Havia fazendas de vinkings na Groenlândia; hoje elas estão
cobertas de gelo. Havia pouco gelo no Pólo Norte, uma esquadra chinesa
circunavegou o Ártico em 1421 e não o encontrou. Dados de 6.000
perfurações em todo o mundo indicam que as temperaturas globais eram mais
elevadas na Idade Média do que agora. Houve em seqüência um esfriamento da
terra, quando em 1607 o Tamisa, junto à ponte de Londres, congelou de maneira tão
sólida que uma Feira de Inverno foi realizada no leito congelado do rio. Mas os
divulgadores do aquecimento insistem em divulgar dados a partir da era
pós-industrial, servindo para dar um caráter irrefutável a sua teoria.
A Bíblia descreve
nossos dias como tempos de fim, com muitos fenômenos naturais. Não vamos falar
sobre isto neste texto, mas queremos alertar sobre o engano que Satanás usará
para estabelecer o ápice de seu reino de trevas: Os sete anos do reinado do anticristo. As três correntes expostas acima
podem estar corretas, ou seja, o homem contribui para agravar um possível ciclo
natural de aquecimento da terra, e ambientalistas, dominados por um apego anti-bíblico
ao planeta, estão favorecendo a uma convergência de opiniões que unirá o mundo
em torno do reino das trevas.
“A verdadeira agenda dos ambientalistas extremistas
tem pouco ou nada que ver com mudança climática. Sua agenda real é encontrar
meios de controlar nossas vidas. O tipo de controle repressivo do homem, sem
contar genocídios sancionados pelo governo, vistos sob o comunismo perdeu
qualquer medida de respeitabilidade intelectual. Assim, as pessoas que querem
esse tipo de controle devem aparecer com um novo nome, e esse novo nome é
ambientalismo.”
Walter E. Williams, Ph.D., is the
John M. Olin Distinguished Professor of Economics at George Mason University in
Fairfax, Va.
Fonte: http://www.worldnetdaily.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=53902
“O hipotético aquecimento do planeta, saído dos
modelos, e fundamentado em aproximações, é indubitavelmente uma impostura no
plano científico. Todavia ainda se fala em ciência? Depois da ameaça de uma "nova
idade do gelo", depois das "chuvas ácidas", depois do
"buraco do ozônio" que se fecha e abre, depois (e ao mesmo
tempo) do "El Niño-mestre do Mundo" e esperando um novo lobby
ou fixação passageira, quanto tempo ainda vamos gastar, inutilmente e com
custos elevados, a fábula do "aquecimento global"?
Marcel Leroux,
Professor de Climatologia da Universidade Jean Moulin, Lyon III, França,
director do Laboratório de Climatologia do Centre National de
Fonte: http://resistir.info/climatologia/impostura_cientifica.html
O engenheiro e mestre em
meteorologia português Rui G. Moura, responde algumas perguntas:
Pura
e simplesmente, não existe! Quase toda a gente tem fé na curva da temperatura
global publicada todos os anos pela OMM (Organização Meteorológica Mundial) e o
IPCC (Intergovernamental Panel on Climate Change). Esta curva é apenas uma
média das temperaturas medidas em 7000 estações meteorológicas do planeta,
tratadas na Universidade de East Anglia, em Londres, sob a direcção de Philipp
Jones. O aumento seria de 0,6 ºC desde 1860 até aos nossos dias, ou seja, a
diferença de temperaturas que se observa à escala média anual entre quaisquer
duas cidades de Portugal.
Que extraordinária confusão! Um tal valor, dado com uma precisão de mais ou
menos 0,2 ºC num século e meio, é ridículo, porque ela é da ordem de precisão
da medida. Esta curva não é validada pelas medidas recentes efetuadas pelos radiômetros
dos satélites que, depois de 1978, não indicam qualquer evolução notória, antes
pelo contrário. Nem sequer pelas milhões de medidas das radiossondas dos
balões.
Por outro lado, como falar em média à escala global misturando temperaturas
marinhas, continentais, urbanas e sobretudo temperaturas de regiões que
arrefecem com a de outras que aquecem? Por exemplo, o Ártico ocidental (a norte
do Canadá) arrefeceu e o Ártico a norte do Mar da Noruega aqueceu.
Qual é então a verdadeira situação do Ártico? De aquecimento ou de
arrefecimento? Não é possível afirmar com segurança que a Terra está aquecendo.
De
modo algum. Não há necessidade de modelos climáticos informatizados para fazer
uma tal previsão. O químico sueco Svante Arrhénius (1859-1927) “previu” exatamente
a mesma coisa em 1903! Ele aplicou uma regra de três entre o teor de
concentração de CO2 da sua época e a temperatura correspondente, por um lado, e
o teor previsto para o futuro e a temperatura respectiva. É exatamente isso o
que fazem os modelos informáticos ao se insistir no efeito de estufa. Um modelo
é apenas uma super calculadora que depende inteiramente dos dados que se lhes
fornece e dos procedimentos que se lhes impõe para o tratamento dos dados. Não
se deve atribuir aos modelos virtudes “mágicas” tanto mais que eles só dão uma
visão muito incompleta e deformada da realidade meteorológica. Em particular,
eles não têm em conta a circulação geral da atmosfera, da sua organização e do
seu movimento. Para estes modelos, as descontinuidades, presentes por todo o
lado na Natureza, não são simplesmente tomadas
A
unanimidade é o efeito da tirania dos modelos. Insiste-se sobre num pretendido
consenso entre os climatologistas quando isso não existe. Além disso, existem
vários tipos de “climatologistas”. Veja-se o IPCC, apresentado como a
autoridade na matéria. Na realidade, trata-se de um grupo intergovernamental,
isto é, a nomeação dos seus membros é política e não responde por critérios
científicos. Além disso, a grande maioria dos seus membros não é de
climatologistas. Têm conhecimentos científicos limitados sobre o clima. Após o
aparecimento da informática, numerosos daqueles que se auto proclamam
«climatologistas» são na realidade informáticos-modeladores, que dedicam de
longe a preferência pela estatística, sem se preocuparem com os laços físicos
reais. Existem, contudo climatologistas e meteorologistas, fora do IPCC, que,
pelo contrário, se preocupam prioritariamente com a observação dos fenômenos
reais e os princípios físicos que os relacionam. Esses discordam do IPCC e
estão longe de se convencerem com os resultados dos modelos. Mesmo entre os
modeladores, alguns, como o americano Richard Lindzen, permanecem muito
cépticos relativamente à hipótese do aquecimento global. O problema do IPCC é
que, depois dos anos 80, passou a ser dominado pelos modeladores, vedetas dos
meios de comunicação. Os climatologistas realmente preocupados com as análises
do tempo reagruparam-se, entretanto, em associações, das quais uma tem o nome
sugestivo de “climate sceptics”.
Meter
o acento nos gases com efeito de estufa dá uma visão muito simplista do clima,
enquanto outros fatores são bastante mais importantes. Em particular, aqueles
que determinam a dinâmica da atmosfera, as transferências meridionais do ar e
da energia e, para ser mais simples, as transferências de ar frio e de ar
quente. Cada um é capaz de observar que a temperatura é função destas bruscas
alterações, e que ela não evolui de maneira linear. O importante é
primeiramente saber por que e como as massas de ar frio se formam e se
deslocam; por que elas substituem e são substituídas pelo ar quente - dito de
outra maneira de precisar o mecanismo da máquina atmosférica. O tempo depende
dia a dia destas mudanças de massas de ar. Por outro lado, no longo prazo, a
variação depende da atividade solar (manchas solares, magnetismo, erupção e
vento solar), das projeções vulcânicas, dos parâmetros astronômicos, etc. Como
pretender que a sua responsabilidade no clima possa ser posta em evidência nos
modelos que não tomam simplesmente em consideração o conjunto destes
parâmetros? O efeito de estufa é, portanto, totalmente marginal, se não mesmo
insignificante, tanto mais que o principal efeito de estufa não é realizado pelo
CO2 ou pelo CH4, mas pelo vapor de água. Mas, mesmo a parte real do vapor de
água no efeito de estufa não é considerada no seu justo valor nos modelos.
Pelo
contrário, conhecemos perfeitamente a evolução dos climas regionais que seguem
evoluções fortemente dessemelhantes. Além disso, é bastante revelador verificar
que, na confissão do próprio IPCC, os modelos são incapazes de reconstituir
estas variações regionais! No seu segundo relatório de avaliação, de 1996, o
IPCC escreveu: “Os valores regionais das temperaturas poderiam ser
sensivelmente diferentes da média global, mas ainda não é possível determinar
com precisão as suas flutuações”. Isto significa que os modelos do IPCC seriam
capazes de dar um valor médio sem conhecer os valores regionais que permitem
estabelecer precisamente esta média! Isto não é sério!
No Atlântico Norte, observa-se um arrefecimento na parte oeste (Canadá, Estados
Unidos a este das Montanhas Rochosas), enquanto na Europa ocidental se observa
um aquecimento, nomeadamente na Escandinávia. A Europa central arrefece como o
Mediterrâneo oriental, ou como a China. Estas diferenças de comportamento
resultam da dinâmica aerológica. Isso depende das trajetórias dos anticiclones
móveis polares (AMP). Estes são vastos discos de ar glacial de mais de
As suas faces frontais provocam o retorno para o seu pólo respectivo do ar
aquecido vindo dos trópicos. Os AMP representam o próprio exemplo de
descontinuidade que os modelos informáticos se recusam a incorporar nas suas
equações matemáticas. Por outro lado, eles apontam o dedo ao comportamento
particular e à importância das regiões polares que, contrariamente às previsões
dos modelos, não estão a aquecer, mas a arrefecer.
Evitemos
a generalização: em detalhe, o gelo do mar funde a norte do mar da Noruega ou
na região das Aleutas no Pacífico Norte aonde chegam à água marinha e o ar
aquecidos. Em troca, a banquise (bancos de gelo) não varia ao norte do Canadá. O
grosso da calota Antarctica não fundiu desde a sua formação há 60 milhões de
anos. A observação dos satélites mostra mesmo que no decurso do período
1979-1999, que é o de maior suposta elevação de temperatura, a superfície da
banquise aumentou globalmente ao redor do continente Antártico. Na Groenlândia,
certas regiões fundem, especialmente à volta da enorme ilha, mas a massa de
gelo aumenta no centro da ilha, como acontece com a massa da maior parte dos
glaciares escandinavos. O arrefecimento dos pólos atingiu
Prever
o tempo foi sempre apaixonante. Ora, prever que nada de alarmante se vai
produzir não é muito interessante. No início do sec. XX, as predições
alarmistas estavam já na moda.
Entretanto, elas não tiveram sucesso perante a realidade que as desmentia ano
após ano. Foi somente a partir de 1985 que o alarmismo reapareceu quando a
climatologia foi monopolizada pelos informáticos com os cenários mais
catastrofistas. Esquecendo simplesmente a meteorologia, os modeladores fizeram
cálculos extremamente simplistas com o apoio de modelos super-sofisticados para
impor os seus conceitos. Mas as hipóteses sobre o aquecimento climático nunca
foram verificadas pela observação, nem no início nem no fim do sec. XX. A
famosa curva do IPCC não é mais do que um artefato constantemente desmentido
pelas medidas e pelas observações dos satélites.
Na realidade, o problema dito do clima é confundido com o da poluição, dois
domínios, contudo, distintos que só serão bem tratados, um e outro, quando
forem dissociados. Esta confusão serve igualmente de pretexto para impor uma
restrição à atividade humana, considerada erradamente como a origem do
aquecimento climático. A relação de interesses que se estabeleceu entre certos
laboratórios, várias instituições internacionais e certos homens políticos,
impôs a noção de aquecimento global. Seguir cegamente os “Sumários para os
decisores” elaborados pelo IPCC faz deixar de lado os fenômenos reais,
desperdiçar somas colossais para pagar reuniões por definição inúteis, e impede
a tomada de medidas de prevenção eficazes contra os verdadeiros acontecimentos
climáticos que iremos conhecer. Para que serve preparar a economia de um país
para o eventual aquecimento quando todos os seus termômetros assinalarem
arrefecimentos?
Finalmente, o aquecimento climático reveste cada vez mais um caráter de
manipulação que parece verdadeiramente uma impostura “científica” e cujas
primeiras vítimas são os climatologistas que não recebem os financiamentos que
se dirigem para a corte de “climatocratas” do IPCC.
Fonte: http://a_verdade_da_mentira.weblog.com.pt/arquivo/237603.html
Site Rei Eterno. http://reieterno.sites.uol.com.br