Israel em Guerra contra terroristas que usam crianças e civis como escudos. Uma guerra lamentável. As facções terroristas provocam a morte de inocentes para servir de base ao ataque da imprensa contra Israel
Estamos diante de mais uma luta
de Israel contra seus vizinhos e inimigos mortais. Esta certamente não será a
última, pois faz parte da obsessão de Satanás tentar criar impedimentos ao
cumprimento inevitável das profecias bíblicas.
Não vamos aqui debater a legítima
e parcial ocupação da nação de Israel nas terras da Judéia, pois não há
argumentos complementares a soberania de Deus. Porém, é importante denunciar a
forma parcial como a imprensa trata os conflitos existentes ali.
Como a maioria da população é
desinformada dos fatos históricos e bíblicos, é muito fácil aceitar sem
questionamentos a tirania articulada dos veículos de imprensa. Ouvimos tanto
ela falar da “Palestina” e dos “palestinos”, como se algum dia existiu um país
chamado “Palestina” e os “palestinos” fizessem parte de um povo diferente dos
outros árabes.
Ressaltemos alguns pontos:
Toda a região chamada de “Palestina”, que hoje
constitui todo o território de Israel, Gaza e Cisjordânia, era denominada
Judéia ou terras de Israel, até que, em meados do Séc. II, os romanos,
após expulsarem os judeus de suas terras, mudaram seu nome para Palestina.
Toda a área da “Palestina” passou por diversos
conquistadores, até finalmente parar nas mãos do ex-império britânico,
após a derrocada do império turco-otamano. O império britânico
criminosamente “loteou” as terras com movimentos árabes, para impedir a
migração dos judeus para suas legítimas terras. Após o fim da primeira guerra,
havia um consenso em grande parte das nações que toda aquela área deveria
servir para restauração do estado de Israel.
Desde a expulsão dos judeus pelo império romano,
nunca existiu na “Palestina” qualquer nação organizada. No início do
século XX, aquela área era uma total desolação. Mas, Satanás, que tentou
matar todos os judeus na II Guerra Mundial, também inflou os árabes a não
aceitarem o estado legítimo de Israel, contando com as desastrosas
decisões do império britânico.
Quando a ONU, em 1947, decidiu pela divisão da
“Palestina”, contando com o apoio de todas as nações do mundo (exceto os
árabes), destinou a Israel apenas 18% de sua área delimitada após a I
Guerra e deu 82% para os “palestinos” (árabes que habitavam aquela
região). A proposta foi tão desfavorável a Israel, que obteve o apoio de
Stalin (presidente da ex-URSS), um assassino de judeus. Israel aceitou sua
parte, pois vinha do holocausto nazista e não tinha força alguma para
lutar por mais. Mesmo com as conquistas territoriais nas diversas guerras, Israel ocupa hoje uma área de 20.000 km2 , inferior ao estado de Sergipe, o menor do Brasil, que possui cerca de 22.000 km2.
Porém, assim que Israel proclamou seu estado em
1948, todas as nações árabes se uniram para destruí-lo. Para isto ordenou
que os “palestinos” que moravam em Israel saíssem de lá para não serem
massacrados junto com os judeus. Mas o tempo profético de restauração
estava delimitado, e Israel venceu a guerra e expandiu seu território.
Israel deu cidadania a todos os árabes que moravam em seu território, mas os
árabes expulsaram 800.000 judeus de seus territórios. Israel aceitou todos
os judeus, porém os árabes rejeitaram os “palestinos” (também árabes), que
eles mesmos mandaram sair de Israel, assim surgiu o fenômeno dos
“refugiados palestinos”. Estes passaram a serem usados como escudos pelos
grupos terroristas e massa de manobra de políticas sujas.
Após a guerra de 1948, o Egito dominou a faixa de
Gaza e a Jordânia o território da transjordânia, e não permitiram que ali
se formasse o estado “Palestino”, conforme decidido pela ONU em 1947. Eles
estavam firmes no propósito de destruir Israel, mas fracassaram em mais três
guerras que travaram com Israel, sendo a mais significativa a guerra dos seis
dias (1967), quando Israel retomou totalmente Jerusalém, dando início a
contagem regressiva para o cumprimento da maior profecia de todas: A volta
de Jesus.
E assim a história continua até hoje, a verdadeira
luta ali é Israel sendo obrigado a viver uma “eterna guerra” para
sobreviver. Os terroristas apoiados por muitos países árabes, covardemente
se escondem atrás da população civil, gerando mortes de inocentes para
promoverem sentimento internacional contrário a Israel. A imprensa entra
no jogo sujo e quer convencer a todos que Israel deve aceitar o terrorismo
sem reação alguma. Infelizmente as bombas não conseguem diferenciar inocentes manobrados e terroristas, provocando uma triste e lamentável situação de sofrimentos. Se o objetivo das facções terroristas fosse apenas estabelecer um país democrático e viável para os "palestinos", isto já teria sido feito desde 1947.
Sabemos que a luta que ali se trava é espiritual. O
cristão que conhece a Bíblia sabe qual será o desfecho de toda aquela
confusão, por isso mesmo ele sabe que Deus está ao lado de Israel, embora
este padeça sofrimentos por sua desobediência. Não somos a favor de guerras, mas se Israel não se defendesse, há muito já teria sido varrido do mapa e teria sofrido um segundo holocausto.
Uma imagem bizarra: criança "palestina" carregando uma granada... qual o alvo ensinado?
Pré-adolescentes "palestinos" portando poderosas metralhadoras. São os "brinquedos" dados pelos grupos terroristas.
Um adolescente "palestino" com explosivos no peito. São expostos à morte por terroristas camuflados entre eles.
Mapa usado no ensino público na "Palestina" : Não existe Israel. Todas as crianças são ensinadas sobre uma destruição de Israel.